
Mares! invocam-te as vagas livres
tementes de inúmeras eras,
donzelas de tristes vidas,
que se entregam aos teus furores.
Mas eu, sim...este eu,
acena apenas uma melancolia no olhar
e imola somente o agito do peito
respeitando teus maiores excessos.
Não te quero a tragar os meus dias
nem as trevas que os precedem;
quero apenas tua força,
a força calma que engole o céu
no fim da vista marejada...
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