Senti o universo inteiro na superfície da pele, em um arrepio emocionado dado pelos olhos que contaram à alma sobre os confins possíveis do infinito, inimagináveis venturas e desventuras que por estranhas ao nosso imaginário tanto mais compensam viver por ora nesse miúdo grão suspenso no negro mar universal. Sempre o monte longínquo é uma esperança de mais linda paisagem do que onde em pé nos encontramos.
terça-feira, fevereiro 13, 2007
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