Me maneio nas cordas d'ouro que vingam de tua nuca, tais sedas finíssimas e mui perfumadas. Olvido as mãos entre tuas coxas macias, num transe que mira devorar-te com o tato. Descubro o sabor da manhã, enfim, na tua pele, pêssego descoberto pelo frio que o arrepia, e no teus seios, entumescidos sóis a sorver.
domingo, março 17, 2013
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