Lua encoberta em vapores
Da noite que aproxima seu braço
Pássaros que correm rasteiros
Sobre as copas verdes das árvores
Vozes de incontáveis seres
Num estrondoso fervilhar
Tarde que pede aos poucos
O ígneo horizonte à sombra.
Pomba que busca o contraste no último azul
Imaginação que não voa e respeita
A observar o seio natural
Lua que expira mansa
A respiração ofegante dos mortais
Deixa-me saber das andanças
Da nuvem que viaja em meus olhos
Dos queixumes das flores
Alimentadas pelo brilho distante
De cores brilhantes, de estrelas,
Quiçá das suas alegrias breves,
Quiçá das alegrias breves...
Ps: mal me lembro de mim aqui... 26/08/05
sexta-feira, outubro 19, 2007
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2 comentários:
Oi moço,
que momento mágico, belo..." dos queixumes das flores" ; " pomba que busca o contraste no último azul"... parabéns, gostei imensamente,
bjo
Credo!
Você escreve poesia desde muito tempo assim, é?
Eu tenho inveja de quem faz poesia.
Tenho e não tenho vergonha de dizer!
Ah! Dizendo em dizer, digo que te adicionei no msn para dizermos algumas palavras à toa. Pode ser? Se não pode, já era. Já foi!
Ééé... hoje tá tudo meio estranho com a Ray... acho que são as almas querendo se mistrurar ente si.
Um beijo para o poeta.
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